segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Vou deixar o blogue aos grilos...

Hoje passo por aqui mesmo só para dizer que vou de férias e por isso vou deixar o blogue aos grilinhos - gri, gri, gri, gri. Não vou deixar publicações agendadas, porque assim não ia conseguir responder aos vossos comentários e acho que mais vale voltar a publicar só quando regressar, no final do mês. 
Vocês já foram de férias? Para onde foram? Caso ainda não tenham ido, aproveito para vos desejar umas boas férias também! Divirtam-se!


Até já! 😄

domingo, 13 de agosto de 2017

"Annabelle - A Criação do Mal": a origem da boneca

Annabelle - A Criação do Mal é a prequela de Annabelle, que, por sua vez, é uma prequela do Conjuring. É um filme realizado por David F. Sandberg - realizador que já está relacionado com filmes de terror, pois também dirigiu o Lights Out - que mostra a origem da boneca Annabelle e a maneira como esta foi possuída.


O filme Annabelle (de 2014) mostrou como é que esta boneca malvada foi parar às mãos de Mia e John, um casal que estava à espera da primeira filha e que viu a sua vida complicar-se depois de Annabelle ter ido parar às estantes do quarto da bebé e depois de assistirem ao assassinato dos seus vizinhos. É fundamental ver este filme antes de assistir a Annabelle - A Criação do Mal, porque existem partes de ligação entre os dois.
Tal como o nome indica, este segundo filme de Annabelle vem mostrar a sua origem, o que nos leva até à família Mullins. Samuel e Esther Mullins perderam a sua filha Annabelle - ou Bee, como eles lhe chamavam - num trágico acidente. Mais tarde, mais precisamente doze anos depois, decidem receber na sua casa várias raparigas que viviam num Orfanato e também a Irmã Charlotte que cuida delas. Deste grupo, destacam-se Janice e Linda, duas amigas que sonham ser adotadas pela mesma família para conseguirem ficar juntas para sempre.
Já na casa dos Mullins, Janice é avisada que não pode entrar num quarto que tem a porta trancada. Mas, certa noite, recebe vários bilhetes e descobre que a tal porta está aberta. Quando entra percebe que é o quarto da filha dos Mullins, que tinha morrido, e encontra uma boneca fechada num armário. A partir daí, várias coisas estranhas começam a acontecer.
Annabelle - A Criação do Mal é um filme de terror e essencialmente de suspense. Pessoalmente não achei muito assustador, mas várias pessoas na sala gritaram em diversas partes. Assim sendo, não recomendo a quem não aprecia este género de filmes.
A história é boa, mas na minha opinião podia ser mais aprofundada. É interessante perceber como é que a boneca, feita pelo próprio Samuel Mullins, ficou possuída e se tornou num objecto demoníaco. Mas existem várias pontas soltas ao longo do filme que podiam ser melhor exploradas. Já para não dizer que o final acontece demasiado rápido.
O elenco de Annabelle - A Criação do Mal é composto, no geral, por raparigas muito jovens, que estiveram realmente muito bem nos seus papéis, mais uma vez dou destaque às personagens Janice e Linda, interpretadas por Talitha Bateman e Lulu Wilson, pois acabam por ser as principais do filme.
Em comparação com o primeiro filme de Annabelle, gostei mais deste, principalmente por causa do ambiente em que se insere. A história passa-se muito antes, num ambiente muito mais vintage, que se relaciona muito melhor com a própria boneca Annabelle.
No geral foi um bom filme, apenas fico triste por ter acabado tão rápido (tem 1h50m de duração, mas o tempo passa mesmo a voar) e por ter deixado algumas pontas soltas. 

sábado, 12 de agosto de 2017

"Atypical", a nova série da Netflix

Atypical é a nova série da Netflix, que chega mesmo a lembrar o sucesso 13 Reasons Why. Foi lançada ontem (dia 11 de Agosto) e é composta por oito episódios, cada um com cerca de meia hora. 


Sam Gardner é um rapaz com autismo que adora pinguins e tudo o que está relacionado com a Antártida. Vive com os seus pais e a irmã Casey, que é uma excelente atleta, com um futuro risonho ligado às corridas.  
Sam frequenta uma terapeuta, Julia, que o ajuda em tudo. A partir de um determinado momento, o rapaz percebe que quer ter uma vida normal e que começar a namorar faz parte disso. Então pede conselhos a Julia e acaba com um fraquinho por ela, que vai aumentando cada vez mais. 
A série não se centra apenas em Sam. Existem outras histórias a ser contadas ao mesmo tempo, relacionadas com todas as personagens. São mostrados vários pontos de vista e no final podemos concluir que nunca ninguém sabe o que vai pela cabeça de outra pessoa. 
Atypical tem um tom cómico, mesmo mostrando os problemas ligados ao autismo. Sam vive no seu próprio mundo e os seus familiares têm de se adaptar a isso, o que nem sempre é bom, especialmente para a sua irmã. No entanto, esta sabe lidar com isso e é uma personagem bastante engraçada. Tal como o melhor amigo de Sam e colega de trabalho, Zahid, que está sempre a dizer piadas e a tentar mandar Sam para o "mundo real". 
A série está idêntica a 13 Reasons Why. Ambas são em grande parte passadas nos corredores das escolas e mesmo a maneira como são filmadas é parecida. Felizmente nesta não temos um final tão triste!
Os episódios são curtos e por isso vê-se muito rápido, até porque ficamos sempre com vontade de continuar a ver. Comecei a ver ontem à noite e acabei hoje à tarde - e, acreditem, normalmente demoro imenso tempo a ver séries! Acho que vai ser mais um grande sucesso da Netflix. Vocês já viram? Ou já ouviram falar?